Mundo
Conselho da Paz de Trump emitiu contrato para construção de base militar
É o primeiro contrato do Conselho de Paz para Gaza. Segundo o jornal The Guardian, uma empresa do Louisiana ganhou o concurso para a construção de um pequeno posto avançado para albergar tropas marroquinas.
O Conselho de Paz impulsionado pelo presidente norte-americano e que tem como líder o seu genro, Jared Kushner, já emitiu o primeiro contrato: trata-se de um projeto para construir uma base militar para cerca de 150 pessoas.
Segundo o diário britânico The Guardian, este posto avançado deverá abrigar tropas marroquinas. O contrato foi concedido à Arkel International, uma empresa com sede no Louisiana que já colaborou com a Administração norte-americana em projetos no Médio Oriente, nomeadamente no Iraque.
Com uma área muito reduzida, esta pequena base militar deverá ficar nos 60 por cento de território de Gaza que Israel controla e a cerca de 1,5 quilómetros da fronteira com Israel. Permite, desta forma, uma extração rápida em caso de ataque.
Segundo um funcionário do Conselho de Paz, a organização está na “fase final de preparação de vários contratos” e que um deles “diz respeito às instalações de apoio à Força Internacional de Estabilização”.
“Este contrato será um dos muitos essenciais para o futuro de Gaza”, acrescenta este funcionário.
Inicialmente, os planos para esta base militar para uma futura Força Internacional de Estabilização previam uma capacidade para 5.000 militares.
Em novembro de 2025, uma resolução do Conselho de Segurança da ONU aprovou o estabelecimento de uma Força Internacional de Estabilização para Gaza, sendo ainda incerto, a esta altura, quem poderá contribuir com o envio de tropas ou quando poderá ser efetivamente mobilizada.
Marrocos foi um dos países que se predispôs a contribuir com um contingente e hoje mesmo, o Uganda aprovou no Parlamento o envio de militares, em caso de necessidade.
Na semana passada, o presidente norte-americano anunciou um acordo com o Hamas em que o grupo concordou em seguir a via do desarmamento. Em resposta, Israel intensificou os ataques aéreos em Gaza, dando mostras de desacordo com a via seguida pelos Estados Unidos.
Desde o início da guerra, cerca de 80 por cento dos edifícios da Faixa de Gaza ficaram danificados ou completamente destruídos. Nesta altura, quando passam dez meses desde o cessar-fogo com Israel, grande parte dos dois milhões de habitantes daquele território ainda vive em acampamentos improvisados e sem condições básicas.
Segundo o diário britânico The Guardian, este posto avançado deverá abrigar tropas marroquinas. O contrato foi concedido à Arkel International, uma empresa com sede no Louisiana que já colaborou com a Administração norte-americana em projetos no Médio Oriente, nomeadamente no Iraque.
Com uma área muito reduzida, esta pequena base militar deverá ficar nos 60 por cento de território de Gaza que Israel controla e a cerca de 1,5 quilómetros da fronteira com Israel. Permite, desta forma, uma extração rápida em caso de ataque.
Segundo um funcionário do Conselho de Paz, a organização está na “fase final de preparação de vários contratos” e que um deles “diz respeito às instalações de apoio à Força Internacional de Estabilização”.
“Este contrato será um dos muitos essenciais para o futuro de Gaza”, acrescenta este funcionário.
Inicialmente, os planos para esta base militar para uma futura Força Internacional de Estabilização previam uma capacidade para 5.000 militares.
Em novembro de 2025, uma resolução do Conselho de Segurança da ONU aprovou o estabelecimento de uma Força Internacional de Estabilização para Gaza, sendo ainda incerto, a esta altura, quem poderá contribuir com o envio de tropas ou quando poderá ser efetivamente mobilizada.
Marrocos foi um dos países que se predispôs a contribuir com um contingente e hoje mesmo, o Uganda aprovou no Parlamento o envio de militares, em caso de necessidade.
Na semana passada, o presidente norte-americano anunciou um acordo com o Hamas em que o grupo concordou em seguir a via do desarmamento. Em resposta, Israel intensificou os ataques aéreos em Gaza, dando mostras de desacordo com a via seguida pelos Estados Unidos.
Desde o início da guerra, cerca de 80 por cento dos edifícios da Faixa de Gaza ficaram danificados ou completamente destruídos. Nesta altura, quando passam dez meses desde o cessar-fogo com Israel, grande parte dos dois milhões de habitantes daquele território ainda vive em acampamentos improvisados e sem condições básicas.